Profissionais reivindicam datas-base, piso do magistério e convocação de concursados. Categoria volta a se reunir em 18 de setembro.
Os profissionais da educação de Palmas decidiram continuar em estado de greve após assembleia realizada na sexta-feira (21).
A decisão foi tomada depois que a categoria avaliou as negociações com a Prefeitura de Palmas e considerou que as propostas apresentadas até agora não representam avanço suficiente nas principais reivindicações.
Entre as cobranças estão o pagamento das datas-base de 2024, 2025 e 2026, o cumprimento do piso salarial do magistério e a convocação de candidatos aprovados em concurso público.
Os trabalhadores também discutem mudanças relacionadas à terceirização de serviços na rede municipal e às bonificações vinculadas ao Sistema de Avaliação Educacional de Palmas (SAEP) e ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Outros pontos apresentados pela categoria envolvem descanso de voz, licença para qualificação e o processo de escolha dos gestores das unidades escolares.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet), a manutenção do estado de greve foi aprovada diante da falta de avanços considerados suficientes nas negociações com a gestão municipal.
A mobilização deve continuar nas próximas semanas.
Uma nova Assembleia Geral foi marcada para 18 de setembro, quando os trabalhadores vão avaliar novamente as negociações e decidir os próximos encaminhamentos.
O Sintet afirma que as reivindicações estão relacionadas à valorização profissional, ao cumprimento de direitos e às condições de trabalho na rede municipal de ensino.
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